O motorista da prefeitura nos leva até lá. Uma estrada de terra em que a poeira é um talco de tão fina. Depois atravessamos de balsa e andamos um outro tanto de estrada de terra em meio as vastas plantações de eucalípto.
Enfim chegamos a um pequeno vilarejo. Casas esparças, alguns cercados para as galinhas, um lago e duas capelinhas. Capelinha mesmo! A outra um pouco maior está sendo reformada dedicadamente com a ajuda dos moradores e outros colaboradores. Passamos em frente a uma construção com cara de nova, grande, contrastando com as casas. "É o posto de saúde, foi construído há 4 anos, mas nunca foi usado. Não se sabe porquê." O posto de saúde antigo onde trabalhamos é quase em frente, pequeno, quase menor que a capelinha.
Vamos então ao atendimento. Pacientes simpáticos. A enfermeira ganha ovos e elogios. Um pequeno grupo se reúne e do atendimento vamos para um bate papo caseiro, bom demais. É hora de ir embora. Volto com a promessa de um almoço e café da tarde. Volto mais calada também. Com a sensação de que a vida ali prossegue de outra maneira. Devagar, tranquila. Um desapego que não sei explicar exatamente. Só sei que é bom. Bom apenas sentar para tomar café com o compadre e jogar conversa fora sem preocupar com a hora. Pela simplicidade, Deus deve ter um carinho especial ali.
Depois de voltar num calor daqueles, fomos para o clube a convite de nossa vizinha super bacana!Dia lindo, refrescante, divertido! Terminamos o dia com o primeiro pedido dos famosos bolinhos de Tilápia. Maravilhosos!!! E o preço tão pequeno não condiz com o tanto que é gostoso, incrível! Saboroso nosso fim de noite.
Amanhã teremos uma aventura diferente. Diferente pela situação entre a cruz e a espada.
Mas enfim, se Deus é por nós, quem será contra nós.
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